No primeiro tempo, o jogo não foi muito bonito, mas no segundo, o Corinthians deu uma aula de como se joga numa decisão.
Nem parecia o mesmo time de outros fracassos em outras edições da competição continental. Toque de bola, na hora que precisava tocar, contra-ataque, chutão, defender, atacar, catimbar, tudo na hora certa.
E o Sheik, simplesmente o maior pé quente das últimas quatro temporadas do futebol brasileiro. Campeão brasileiro com o Flamengo em 2009, com o Fluminense em 2012, com o Corinthians em 2011, e novamente com o timão na Libertadores 2012.
Quer que seu time seja campeão? Contrata o Sheik.
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| Foto: Globoesporte.com |
Assim como o time brasileiro não parecia aquele de derrotas em outras edições, o Boca também não parecia nenhum pouco com aquele dos 6 títulos de Libertadores, o time que gosta de eliminar equipes adversárias fora de casa.
Riquelme, sumido, já anunciou que deixará o futebol, segundo o argentino, ele sente um vazio por dentro.
Parabéns ao Corinthians, parabéns ao bando de loucos que lotaram o estádio do Pacaembu, aos que ficaram em casa torcendo e vendo pela televisão, o primeiro título do timão na Libertadores da América. A final, agora ninguém vai mais poder dizer que o Corinthians é um time regional, que é uma equipe que não possui o título da Libertadores.
E o que é melhor, o timão foi campeão de forma invicta, a última vez que havia acontecido isso tinha sido em 1978 com o próprio Boca.
O time do técnico Tite, outro responsável direto pela conquista, agora se junta ao seleto grupo de brasileiros com essa conquista: Santos, Grêmio, Flamengo, Cruzeiro, São Paulo, Internacional, Palmeiras e Vasco.











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